27 de fev de 2012

Hey



Pra videos experimentais e besteira
(Ok, não consegui linkar o canal do youtube com essa imagem, noob)

Gatos, gatos everywhere



Bem, se vocês acompanham isso aqui devem ter percebido que o banner e as cores principais mudaram. Devem estar se perguntando: "Mas, Por quê?!" ou simplesmente: "O que tem pra comer hoje?", pois lhes respondo: almôndegas.
Ah, tava cansada do outro, escrotão. Esse daqui não é grandes coisas, mas é tão legal ficar desenhando esses gatos. Ainda tem que ajeitar umas cousas. E, ah! Acho que não comentei, mas se tivesse um site de chats, ele se chamaria: "Le Chat Nuar" e a logo ia ser esse gato aí. Mas, como não sou um gênio do MIT (droga) não vou fazer essa droga.
Ah, vem coisa nova essa semana!
(Se eu não postar me batam)
(Ou mãe, eu sei que você está lendo isso, queria batata frita hoje)

14 de fev de 2012

Título

Camila, uma grande pessoa.


Ei!
NADA

Ah, acho que dá pra atualizar diariamente esse mês. Como se alguém se importasse, MAS.
Ah, dá agonia não escrever texto depois da imagem, então vou fazer um poema.

Ode à internet
Parte I

Ó, internet, tu que me alimenta com suas informações
Estou pensando em comprar um pão, queres um pedaço?
Entre tudo, tu que me compreendes,
Aceita, por favor, essa xícara de leite.

Por onde andas?
Onde vás?
Posso ir contigo?
Vais pagar meu ônibus?

Oh não, oh não, não, não, não
Não desconecte,
Quem faz tal ato vil a quem não faz mal algum?
Juro que me vingarei.

Ouço tua discagem de séculos atrás,
E veja como cresceu.
Tão efêmera, tão grande,
Tão grande, tão efêmera.

Dica para poesia: use a palavra "efêmera"

Prooooonto, tá bom.

Sobre Monty Hall

Bem, para vocês que acompanharam o post do pretérito passado, sobre o Monty Hall Problem, devem estar se perguntando, mas... o que aconteceu com Monty Hall? A mosca apresentadora. Onde estará ele? Será que está feliz em um campo qualquer? Será que ganhou na loteria? Será que irá apresentar um programa falando sobre sua vida amorosa? Não, amigos. Monty Hall viu a luz hoje e partiu para junto das botas de Judas, deixando seus familiares tristes e desolados.

Por sorte, o assassino foi preso. Mas antes, plagiou o banner da dona deste querido blog idiota. Um feito que muitos considerariam uma fatalidade, mas para mostrar que a dona do blog é uma jovem camponesa de coração puro, aceitou o assassino e o consolou, fato que QUE MERDA EU TÔ ESCREVENDO? SÉRIO?



12 de fev de 2012

Cheque mate


Isso merece o selo:
Selo Karina para trocadilhos sem-graça

Ah, tava com saudade de desenhar besteira, é.




Torpor

Talvez a postagem mais longa com o título mais extenso e prolixo que você já leu nesse blog

Preparem-se, sério.
Bem, acho que esse post não vai ter nada a ver com o blog, mas eu fiquei empolgada com uma questão e em ficar fazendo os cálculos, ver que os números faziam sentido e queria compartilhar com alguém, mas provavelmente esse não vai ser um assunto que eu vou discutir numa roda de amigos, chegar e falar: "A probabilidade de que um evento A e B aconteçam tem que ser menor que a probabilidade do evento A e do evento B ocorram individualmente", até porque eu iria me perder na hora de falar, iriam me excluir depois de me chutar e me bater e muita gente não iria achar interessante, mas é. Tá bom, meus amigos são legais, não iriam me excluir, mas acho que só prestariam atenção pela amizade. O Libonati até que discutiu comigo a questão, mas continuando.

Na verdade sempre odiei probabilidade. Por quê? Porque eu achava muito presunsoço da parte dos matemáticos dizerem: "A probabilidade de que tal coisa aconteça é de 1:1.000.00, não tente, pois você vai morrer!" Mas, ainda sim tem uma chance! E ela tá no espaço amostral! Tá bom, que tentar seria idiotice, mas, ah... tá bom, eu não gostava dessa matéria porque nunca me dava bem nas provas e sempre interpretava algo nada a ver.

E na verdade, uma coisa que eu não gostava dela era tipo, ela diz: "Você tem 75% de ganhar, vai, aposte todo seu dinheiro, ganhe! GANHE!" E pá, você cai na remota chance dos outros 25% e perde tudo num cassino em Las Vegas. Aí quando você vai tirar satisfação com ela, ela diz: "Não, mas eu disse que você tinha 75%, não 100%". Eu achava ela hipócrita, meu gato achava ela hipócrita, o cara que vende tapioquinha aqui na rua também achava ela hipócrita, até os hipócritas achavam ela hipócrita (porque é da natureza deles). Eu não sou esquizofrênica e é claro que a probabilidade não fala desse jeito e sim através de números, a nossa capacidade de acreditar neles ou não é que é o negócio. Será um tipo de esperança matemática? É.

Mas sim, indo pro problema, acho que essas férias eu passei mais estudando do que não sei o quê. Arquitetura? Pff Desenho? Pff Como projetar pipas? Pff (Mas taí, isso seria interessante). Passei estudando meu caderno do 2º ano, matérias que provavelmente nunca vou usar na minha vida, mas que é legal de saber. Unindo isso a um livro que eu tô lendo que se chama O Andar do Bêbado, que não fala sobre bêbados e sim sobre probabilidade, e é muito FIRME. Mas, não compre. Peça pra mim e bata xerox.

Um dos problemas que tinham no livro era um famoso caso de probabilidade chamado TARAN RA RAN: The Monty Hall problem, ok, fui pesquisar agora na Wikipédia e descobri que o problema também é chamado de o Problema do Silvio Santos e a minha reação foi: DAFUQ. Mas sim, Monty Hall era um apresentador de um programa americano aí, onde ele mostrava três portas pro participante, onde, atrás de uma estaria um carro bonzão e nas outras duas bodes.

A questão é a seguinte (peguei a formatação da pergunta do livro, só modifiquei umas coisas):Suponha que os participantes de um programa de auditório recebam a opção de escolher dentre três portas: atrás de uma delas há um carro; atrás das outras, há bodes. Depois que um dos participantes escolhe uma porta, o apresentador que sabe o que há atrás de cada porta, abre uma das portas não escolhidas, revelando um dos bodes. Ele diz ao participante: "Você gostaria de mudar sua escolha para a outra porta fechada?" Para o participante, é vantajoso trocar sua escolha?

Essa questão foi enviada por um leitor para uma coluna da revista Parade dos Estados United, para a coluna (da revista) de uma mulher, que tem, nada mais, nada menos que o maior QI registrado no Guiness Book, 228, ou seja, Marilyn vos Savant é o cara. Até eu não acredito muito em QI, boto fé nela, porque CARAMBA, 228. Enfim, ela responde essas perguntas de vida real unindo com matemática, ou sei lá mais o quê.

Bem, Marilyn disse que seria mais vantajoso mudar a escolha. Na época, diz no livro e na internet e em qualquer lugar que você pesquisar, causou o maior alvoroso porque os matemáticos falavam que ela estava errada, mas Marilyn que vou chamar carinhosamente de Marilyn, não mudou sua opinião. Eu me pergunto como foi esse alvoroso, se um monte matemático foi bater na casa dela com ancinho, foice e a tabuada de 7, mas...Enfim, mais tarde, a resposta dela foi constatada como certa e muitos matemáticos quebraram a cara, BEM FEITO.

Como eu achei muito interessante o problema, deu vontade de ilustrar. E bem, lá vai. Mas antes, como sou menina, na situação que eu vou ilustrar, em vez do carro atrás de uma das portas, você encontrará o amor da sua vida e atrás das outras duas, uma morte lenta e dolorosa. Como não sei como é a cara do Monty Hall, eu desenhei ele como se fosse uma mosca. O porquê? POR QUE EU QUIS, Ê. Por que ele na vida real interpretou aquele menino da Chiquititas, o Mosca. Ê MENTIRA. Mas sim, é mais ou menos assim:


Não sei porque o Chuck Norris tem tanto piada-appeal. Mas sim, vamos a análise!

Como todas tem a mesma probabilidade de 1/3, suponhamos que você escolha a porta 3, porque ela pareceu durona.




Você poderia até fazer enquete no facebook ou plebiscito (vote 55 pra porta 2 e 77 a porta 3 Ê), mas lembre que você está num programa ao vivo apresentado por uma mosca à beira da morte e que você pode morrer se escolher a porta errada. Então, USE ISSO QUE VOCÊ CHAMA DE CABEÇA Ê.


Aposto que ninguém entendeu nada, pelo o excesso de informação, mas vou usar o exemplo que o cara usa no livro, que é o seguinte: Imagina que num programa de televisão você tem que escolher uma entre 100 maletas, e dentro de uma delas tem um saboroso sorvete de morango. Ok, a princípio você tem 1/100 de chance de escolher a maleta certa aleatoriamente. Ok, você escolheu uma aí. Então o apresentador, que sabe onde está o prêmio, abre todas as maletas, exceto uma qualquer e a sua. E então pergunta se você quer trocar de maleta. A chance que você tem de ganhar se continuar com a que você escolheu continua sendo de 1/100, enquanto a que ainda não foi aberta tem 99/100! Isso se aplica na situação das portas.


Parece estranho, né? Que entre duas opções uma tenha mais chances que a outra. Mas, é verdade. Talvez dê essa sensação porque o espaço amostral é pequeno. Assim, a porta 2 tem mais chances de ganhar. E é mais vantajoso mudar a escolha inicial.
E essa é a resposta que a Marilyn deu.

Eras, eu fiz um monte de desenho, sério. Mas, é muito chato editar sem mouse tanto que tem umas que eu não editei na cara de pau. Além do post estar gigante.

Ah sim! Antes que eu esqueça. Quando eu falei desse problema das portas pro meu irmão. Ele disse: "Mas isso aparece daquele filme lá, Quebrando a banca", aí eu: "É TÃO MAIS SIMPLES MOSTRAR SÓ O VIDEO, DROGA! POR QUE NÃO PENSEI NISSO ANTES? POR QUE EU NÃO ACABEI COM O ÚLTIMO NESQUIK NAQUELE MOMENTO DE GULA E ALGUÉM TOMOU ELE AGORA?!" E muitas outras reclamações. Mas sim, o vídeo tá aqui, vou por dublado (eca).


That's all


4 de fev de 2012

Preto e vermelho

Hoje é sábado, amanhã é domingo, e eu tô meio assim, ó: tchuuu. Sabe-se lá o que significa tchuuu, mas é o que eu tô com vontade de dizer agora, SAIR GRITANDO PELA RUA: TCHUUUUUUU!, mentira.

Fiz esses dois sketchs, hoje eu decidi que o dia ia ser só desenho e foi, amanhã é dia de pensar em alguma coisa legal (ou dormir). Tá certo que preto e vermelho é clichê depois de White Stripes (ê), mas eu gosto e dane-se, e também era a cor a ser usada, e é isso. Ah, não tô com estado de espírito pra escrever um texto filosófico, acho que eu tenho que falar com o Libonati pra ele falar de coisas legais de física. Não Educação Física, que por sinal minha menor nota foi 9. EPA, o que foi isso, Karina, você está se vangloriando por nota? E aquele seu 5,5 em Sociologia no 1º ano? É, tá certo. Ah, Nem sei mais o que eu tô falando. Na verdade, tô escrevendo tudo o que vem na minha mente, tipo: macarrão. Ah, tá bom. Eu acho que esses textos estragam o blog, que já é meia-boca, MAS VOU ME ESFORÇAR pra escrever um super TCC na próxima vez.





3 de fev de 2012

Sobre filhos, universos paralelos e pôquer

Bem, ultimamente não andava muito motivada, lê-se ainda continuo assim, com meus desenhos até que PÁ conversas idiotas mudam a sua vida. E foi isso que aconteceu com meu amigo Libonacci, lê-se Libonati PRA QUEM NÃO SABE ITALIANO Ê, estavamos por aí (internet) conversando sobre como nossos filhos vão ser bonzões, pois vou ensinar ao meu com 4 anos a jogar xadrez e ler mitologia pra ele antes de dormir, e ele o dele ao ensinar a montar foguetes com bloquinhos e física quântica.

Papo vai, papo vem, estavamos falando de universos paralelos. E o melhor, tudo parecia fazer absolutamente todo o sentido do mundo, exceto que não fazia sentido nenhum. Então se seguiu a seguinte conversa:

"K: Ei, se tudo realmente tem um oposto, será que cada pessoa tem um oposto? Quem seria o teu?

L: Um anti-eu?

K: É!

L: Bem provável, mas em universos paralelos.

K: Será? Eu acho que em universos paralelos a gente não existe.

L: São infinitos universos, ou seja, infinitas possibilidades. Em um deles eu posso ser um palhaço hahaha. É como um pósitron, se ele entrar em contato com o elétron, acontece uma grande explosão.

K: Se eu encontrar meu anti-eu, a gente dá uma bomba melhor que a de hidrogênio?

L: Sim, porque é colisão de matéria e antimatéria."

Peguei toda a formatação da conversa do blog dele (http://observandoahistoria.blogspot.com/2012/02/uma-discussao-interessante.html). Por que eu sou preguiçosa? Desleixada? Não sei escrever bonito? Sim.

Pra você que é cientista, já leu alguma coisa no Wikipédia ou Anjos e Demônios do Dan Brown, sabe que tal fenômeno chama-se aniquilação e que você não vai sair vivo se isso acontecer, a não ser que *spoiler pra quem não leu o livro* você vá pro Vaticano conheça um padre que queira muito ser Papa, tanto que pega um helicóptero e jogua seu anti-eu pro ar depois de uma certa altura, que explode antes de cair no chão salvando o pequeno país, um plano perfeito pra ser eleito o queridinho nas votações e blá blá blá.

Ou seja:

Nunca faça isso, agora você sabe que vai dar merda.

Oque me fez pensar, como seria outras Karinas em outros universos paralelos?

Poxa, eu queria ser canhota, MAS SIM.

E se... ARRÁ! Existisse um universo paralelo em que não ocorresse aniquilamento?!

Acabariamos todos felizes jogando poquêr, pois a anti-Karina saberia todas as regras e ensinaria pra gente. Algo me diz que o Libonati ganharia tudo like a boss.

O bom dessa conversa são as possibilidades e o bom de conversar o Libonati é que ele sabe muita coisa, mas fala igual a um menino de 11 anos o que dá pra entender legal, exceto quando escreve textos que parece gente com doutorado. E acabei de queimar uma sopa, UMA SOPA e tenho que ir.